Grupos do Google
Participe do grupo PROFESSORES DE GEOGRAFIA
E-mail:
Visitar este grupo
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Exercícios : Análise crítica do filme Hotel Ruanda

Análise crítica do filme Hotel Ruanda. O filme conta a história verídica do massacre ocorrido em Ruanda, na África, onde em apenas cem dias, cerca de 1 milhão de ruandeses foram violentamente mortos.
1) Explique o significado para a palavra Genocídio e explique o  por que de tratar o incidente apresentado no filme como genocídio? Em que ano ocorreu o genocídio em Ruanda?


2) Qual foi o povo ou etnia vítima do genocídio em Ruanda?

3) havia um acordo de paz da ONU entre as duas etnias do país. Quem desrespeitou esse acordo? Qual foi o fato acontecido que foi considerado um desrespeito ao acordo e deu início à guerra entre as duas etnias?
4) Qual das duas etnias controlava o país quando iniciou-se o conflito entre as duas etnias?
5) O sinal de aviso para o início do massacre em Ruanda era: “cortem as árvores altas”. O que significava isso?
6) Qual foi o acontecimento que deu início a rebelião no país e  o massacre de uma das etnias do país?
7) Quais eram as duas etnias envolvidas no conflito em Ruanda? Descreva fisicamente as duas etnias.

8) O personagem principal do filme era de qual das duas etnias?

9) Qual era o país europeu responsável pela colonização de Ruanda, e que o povo do país muito respeitava? Qual foi a responsabilidade da colonização europeia de Ruanda no genocídio?
10) Como era apelidada a etnia que deveria ser massacrada? Eram tratados como o que?
Fonte: http://geografiadoprofessorhelio.blogspot.com.br

exercícios: tempo e tipos de clima

exercícios: tempo e tipos de clima

1. Tipo de Clima muito quente durante o dia, com média de 30°C, e noites com temperaturas frias,. As chuvas são raras, quase não existem e podem demorar anos para acontecer:
a- Desértico:
b- Temperado:
c- Polar:
d- Equatorial

2. Tipo de Clima com frio extremo, com temperaturas sempre abaixo de 0°C, com umidade do ar muito alta em face da constante presença de neve o ano todo:
a- Desértico:
b- Temperado:
c- Polar:
d- Equatorial

3. Tipo de  Clima quente e chuvoso durante o ano todo. Ocorre na Amazônia ,  na África:
 a- Desértico:
b- Temperado:
c- Polar:
d- Equatorial

4. Ventos que mudam de direção em determinados períodos do ano. No verão, os ventos sopram do mar para a terra levando grande quantidade de chuvas; No inverno, os ventos sopram da terra para o mar. Ocorre na China e na índia Como são conhecidos esses ventos?
a- tornados
b- minuano
c- brisas
d- monções

5. Marque a alternativa com o tipo de vento mais violento da atmosfera:
a- tornado
b- ciclone
c- brisa
d- tufão
6.  Qual a ciência se preocupa em estudar os fenômenos que ocorrem na atmosfera?
___________________________________________metereologia___________________________________________________________________________

7. As pessoas geralmente utilizam as palavras “clima” e “tempo” como sinônimas, ou seja, acham que são iguais, porém tais empregos ocorrem de forma incorreta, pois cada palavra representa um significado distinto, ou seja, são diferentes, portanto, aponte a principal diferença entre: TEMPO e CLIMA.

A principal diferença entre os dois conceitos: o clima não costuma mudar (em um período de 35 anos), pois é uma sucessão de estados do tempo, enquanto o tempo muda constantemente durante o dia.

8. Aponte os ventos mais violentos da atmosfera.

tufão, ciclone e tornado

BOA SORTE  !!!!!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Conflitos recentes na África - PPT


Fonte: http://formulageo.blogspot.com.br/2013/07/conflitos-recentes-na-africa-ppt.html

Palavras cruzadas - África





 
1- Oceano que separa o continente americano do continente africano.
2 - Oceano onde está localizada a ilha de Madagáscar.
3 - Mar que separa o continente africano do continente asiático.
4 - Canal que liga o mar Mediterrâneo ao mar Vermelho.
5 - Deserto considerado o maior do mundo e que está localizado ao norte do continente africano.

6 - País considerado a maior força econômica do continente africano.
7 - É um dos países que fazem parte do Chifre da África.
8 - Fenômeno que ocorre devido ao mau uso do solo e que vem aumentando áreas de desertos na África.
9 - É o mais famoso dos rios africanos e o terceiro maior do mundo.
10 - Nome dado a colonização do continente africano pelos europeus a partir do século XIX.
11 - Dificultam a unidade nacional e ocasionam inúmeras guerras.
12 - Capital de Marrocos.
13 - Capital do Egito.
14 - Um dos países africanos que fala a língua portuguesa.
15 - Uma das linhas imaginárias que passa no continente africano.
16 - Cultura brasileira herdada dos africanos.
17 - País mais populoso da África.
18 - Ponto mais alto do continente africano com 5.895 metros de altitude.
19 - Tipo climático característico dos desertos.
20 - Nome do rio que possui o segundo maior volume de água do mundo.
21 - Vegetação típica da África, nela vivem grandes mamíferos como: girafas, zebras e elefantes.
22 - Nos desertos eles representam verdadeiros paraísos.
23 - Nome dado ao continente que nas eras primitivas da Terra o Brasil encontrava-se "encostado" na África.
24 - Nome do mais novo país africano que conseguiu emancipar-se da Etiópia em 1993.
25 - Uma das regiões africanas que possui as menores densidades demográficas da África.
26 - Nessa região da África a população é de descendência árabe e a maioria professa o islamismo.
27 - Em geral, nessa região da África os países são muito pobres e sofrem sérios problemas socioeconômicos.
28 - É uma das fontes de renda encontradas nos paíes do norte da África.
29 - Tipo de agricultura onde grande parte da produção é consumida pelos produtores e suas famílias.
30 - Tipo de agricultura voltada para exportação e caracterizada por monoculturas agroindustriais.
 
 

Fonte: 

 http://formulageo.blogspot.com.br/2012/04/palavras-cruzadas-africa-fonte.html

http://patriciaeducadora.blogspot.com.br

Qual foi o primeiro país a abolir a escravidão? - Mundo Estranho

Foi a Dinamarca, em 1792 - mas a lei criada nessa data só entrou em vigor em 1803. É importante lembrar que a escravidão - nascida junto com as primeiras civilizações - já havia sido adotada e abandonada diversas vezes por vários povos antigos, como egípcios, gregos e romanos. No Ocidente, os dois últimos países a aboli-la foram Cuba (1886) e, vergonha maior, Brasil (1888). Em algumas regiões da Ásia e da África, porém, o problema invadiu os séculos XX e XXI. Militantes pelos direitos humanos denunciam que ainda hoje existem mais de 25 milhões de escravos no mundo, principalmente na África. Na Mauritânia, a servidão foi oficialmente abolida três vezes, a última em 1980, mas, de acordo com o grupo suíço Christian Solidarity International (Solidariedade Cristã Internacional), a prática persiste com o domínio de uma elite muçulmana sobre negros nativos.
A organização chegou a arrecadar fundos para comprar escravos e libertá-los, mas a iniciativa foi criticada por estimular ainda mais esse negócio hediondo. Outro país com a mesma mancha é o Sudão, onde o governo americano estima que vivam 90 mil pessoas escravizadas, vítimas de conflitos étnicos no país.
Fonte: Revista Mundo Estranho

As guerras civis na África - Ruanda e Burundi

Um dos desdobramentos mais trágicos das lutas desencadeadas a partir do processo de independência são as guerras civis. Tata-se da conseqüência mais visível e sangrenta da criação das fronteiras artificiais responsáveis pela divisão política do continente africano. Conflitos ancestrais tornaram-se guerras que desencadearam elevado índice de mortes, muitas vezes acompanhadas de golpes de Estado e instauração de ditaduras corruptas, interessadas em assegurar privilégios de minorias.
  • Ruanda e Burundi - Um dos maiores exemplos dessa luta mortal entre tribos é a que envolve hútus e tútsis nos territóros hoje divididos em Ruanda e Burundi. Originalmente denominada Ruanda-Burundi, até a Primeira Guerra Mundial essa região pertencia à África Oriental Alemã. Em 1919, após a derrota dos alemães na guerra, os belgas assumiram o controle do território em questão.
Os conflitos na região, porém, remontam aos séculos XII e XV, quando chegaram ao local grupos de hútus e tútsis, qu conviveram ali durante muito tempo. Os Tútsis criavam gado, os hútus eram agricultores.
Sob o domínio belga, os tútsis, que correspondiam a cerca de 15% da população, foram escolhidos pelo poder colonial para "governar" o país. A maioria hútu (cerca de 85%) ficou excluída do processo social e econômico. Como não poderia deixar de ser, os hútus passaram a defender um governo que representasse os seus interesses. Em 1959, os agricultores hútus rebelaram-se contra a monarquia tútsi apoiada pelos belgas e abriram caminho para separar Ruanda e Burundi. Em 1961, sob a liderança hútu, Ruanda ganharia status de República, e, no ano seguinte, a Bélgica reconheceria sua independência. Perseguidos, os tútsis procuraram abrigo nos países vizinhos. Por sua vez, Burundi também se tornou independente nesse ano, sob monarquia tútsi.
Entretanto, a paz não foi alcançada. Em 1963, tútsis exilados no Burundi organizaram um exército e voltaram para Ruanda, sendo massacrados pelos hútus. Outros massacres sucederam-se até que, em 1973, um golpe de EStado levou ao poder, em Ruanda, o coronel Juvénal Habyarimana, de etnia hútu. Apesar dos conflitos persistirem, pode-se afirmar que, nas duas décadas seguintes, houve certa trégua.
Em 1993. o governo de Ruanda, lederado pelos hútus, assinou um acordo de paz com aliderança tútsi, pelo qual os refugiados poderiam voltar ao pais e participar do governo. Em abril do ano seguinte, retornando de uma conferência na Tanzânia, os presidentes hútus de Ruanada e de Burundi foram vítimas de um acidente aéreo. A morte desses líderes desencadeou a volta dos massacres.
No Burundi, apesar da condição de minoria étnica, os tútsis detinham o controle do Exército e deram um golpe de Estado em 1996, quando nomearam presidente um major dessa etnia. Além disso, obrigaram grande massa de hútus a viver na condição de refugiados nos chamados "campos de reagrupamento", que reúnem cerca de 10% da população (cerca de 800 mil pessoas), segundo dados da organização não governamental Anistia Internacional. Outros 700 mil refugiados vivem fora das fronteirs do país, mais precisamente em países limítrofes, como Tanzânia e Uganda, criando sérios problemas para os dois governos, que não têm condições de garantir ajuda humanitári a essa população.
Em Ruanda, onde a violência não tem sido menor, calcula-se que 13% da população tenha morrido na guerra desencadeada em 1994 pelos hútus, sendo 90% desse total integrantes da minoria tútsi, segundo dados da ONU.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Vênus transitará pelo Sol no dia 5, provocando fenômeno raro

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Em menos de uma semana, os admiradores do espaço sideral terão uma oportunidade única: observar a passagem do planeta Vênus pelo Sol. O fenômeno ocorrerá no próximo dia 5 em praticamente toda a Terra, segundo a agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa. De acordo com os especialistas, os trânsitos de Vênus são raros e ocorrem aproximadamente a cada século. A previsão é que o fenômeno não se repita até 2117.
O fenômeno começará por volta das 15h na região do Pacífico (16h em Brasília). A Nasa informou que a passagem de Vênus pelo Sol poderá ser observada em alguns países a olho nú, como o Chile, por exemplo. Os especialistas recomendam que o fenômeno não deve ser observado diretamente (sem proteção), pois a luz é intensa.
A orientação, segundo os técnicos, é usar um tipo de proteção. Os que tiverem oportunidade podem procurar os clubes de astronomia que dispõem de telescópios solares, específicos para a observação de fenômenos como o que ocorrerá no dia 5. De acordo com  especialistas, a imagem é do Sol em vermelho dominado por Vênus.
Pelos dados da Nasa, os primeiros trânsitos de Vênus foram identificados no século 18. O astrônomo Edmund Halley observou os movimentos de Vênus ao analisar o Sol e a Terra. Em 1760, o navegador e cartógrafo inglês James Cook foi enviado pelas autoridades da época para observar os trânsitos de Vênus do Taiti.
Mais informações no site da Nasa, na internet//Edição: Graça Adjuto

 Fonte: Agência Brasil

domingo, 26 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Procuram-se professores

Em outubro de 1991 o Jornal El País, de Madrid, dedicou o Caderno “Educación” ao professor. A manchete de capa: “Una imagem rota: alarma en Europa ante la pérdida de identidad del profesorado y la crisis de vocaciones”.
Uma colega, na ocasião, enviou-me o jornal. A matéria principal das seis páginas do caderno, com depoimentos de órgãos oficiais, sindicatos, teóricos e professores, referia-se às campanhas publicitárias de revalorização do magistério diante do sério alarme dos países europeus frente à deterioração da imagem do professor e à decorrente deserção dos jovens dos cursos de magistério.

A crise estava tão séria que os órgãos oficiais estariam utilizando, pela primeira vez na história, agências de publicidade, outdoors e anúncios de televisão. Na França, cartazes de rua com professores e alunos felizes, de mãos dadas, serviam para anunciar concursos para o magistério com os dizeres: “Profissão Professor!” Uma campanha publicitária, em Madrid, utilizava o slogan: “Com a ajuda de minha professora, voarei com minhas próprias asas!” Os comentários sobre essa matéria davam destaque à idéia de que “não se improvisa um professor e que essa profissão exige ensino superior e formação continuada nas escolas”.

“Ensinar, que grande tarefa!” – era o tema do anúncio de televisão recém lançado em Andalucia, Espanha, mostrando professores alegres ensinando a sorridentes alunos. Na Inglaterra, por sua vez, aparecia uma manchete intitulada: “As seqüelas do thatcherismo”, tendo como subtítulo: “A dama de ferro se empenhou em culpar os professores por todos os males da juventude britânica”, justificando por aí a atual deserção dos jovens da carreira do magistério.

Dizia esta reportagem que, em Londres e em algumas cidades da Grã-Bretanha, a dramática falta de professores ameaçara o início do ano letivo de 1990 no ensino primário e secundário. Para completar o corpo docente desses graus de ensino fora necessário colocar anúncios publicitários em outros países, à procura de professores australianos, neozelandeses, holandeses e sul-africanos “Seja professor em Londres!” – havia sido o slogan da campanha.

Desde a leitura dessa reportagem, há 15 anos, venho imaginando quando surgirão cartazes semelhantes em nossas cidades, diante do descrédito, das críticas aos professores e da escassez de candidatos a cursos de pedagogia e licenciaturas em universidades do país


“Meu filho, professor? Deus me livre!
– dizem as famílias. Cinismo de muitas que deixam, cada vez mais, a educação de suas crianças e jovens sob inteira responsabilidade dos mesmos profissionais a quem tanto contestam. Que esperam (e muitas vezes exigem) que sejam compreensivos, pacientes, bondosos, humanos, competentes, alegres, comunicativos, honrados, imparciais, democráticos... Mas permanecem céticos ou indiferentes diante de suas reivindicações e questões profissionais.

Os professores brasileiros têm muita garra e ousadia em ousar ser, em continuar a ser professores. Viajo por muitos lugares. Não acredito no que vejo. Estradas esburacadas por onde circulam noite e dia; escolas e salas de aula sujas, atrolhadas de alunos, “maltrapilhas”; uma indescritível falta de recursos para dar conta de sua “grande tarefa de ensinar”. Em algumas ocasiões me falta o fôlego diante dos problemas que fazem parte do seu dia-a-dia. Para eles, todo dia.

Quem se preocupa, dentre os vários segmentos da sociedade, em revalorizar, em qualificar a “profissão professor” como o fizeram as nações que obtiveram êxito em suas reformas educativas?

É urgente recuperar-lhe a imagem, devolver-lhe o orgulho de uma profissão imprescindível a qualquer sociedade culta e democrática. Não estou falando apenas de maiores salários ou de melhor formação. Revalorização da imagem é questão de respeito e de dignidade.

O desânimo começa a tomar conta de muitos. Em pouco tempo de nada valerão, até mesmo, campanhas, melhores salários, prêmios de incentivo a esta profissão. Nossos netos já correm um sério risco de não ter escolas. Um risco ainda mais sério de não contar com bons professores.

Ninguém se surpreenda se cruzar por aí, em breve, com algum outdoor com os dizeres: “Procuram-se professores desesperadamente!”

Artigo escrito para a Coluna Pontos & Contrapontos da Revista Direcional, ano 2, edição 21, outubro/2006.

Artigo de Jussara Hoffmann.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...